Prefeitura prefere censurar cartazes com denúncias do que resolver problemas
Os cartazes do SIFAR foram proibidos na saúde em qualquer lugar de circulação de pessoas. Parece mentira, mas não é, é apenas mais uma tentativa de coerção da atual gestão. Veja o vídeo 🎦
Ao invés de se preocupar com a falta de trabalhadores apresentada pelo sindicato, a partir de dados públicos do próprio município, a Prefeitura escolheu outro caminho, o da tentativa de silenciamento – e claro, de colocar o problema embaixo do tapete, bem escondidinho, onde a população não veja, em algum quadro verde próximo de uma área de baixa circulação.
Através de mensagens de WhatsApp enviado pelas chefias com suporte do Parecer da Procuradoria Geral do Municipio (PGM) 771/2.026, ficou determinado que os cartazes do sindicato não são mais bem-vindos em locais de visibilidade simplesmente pelo fato de demonstrarem à população aquilo que todo mundo já sabe: há um problema grande de falta de servidores e servidoras no município.
É censura que fala né?
O parecer assinado pelo procurador geral Gelson mostra a postura coerciva da gestão Gustavo Botogoski (PSD) e da secretária de saúde Renata Botogoski. Para nós, servidores e servidoras, só fica cada vez mais claro que não é com a população e nem com a melhoria do serviço público que essa gestão se importa, e sim com a imagem.
Dito isso, o SIFAR e os servidores não se calarão e nem se furtarão de mostrar os problemas dessa – e de qualquer gestão. O sindicato irá tomar as medidas cabíveis e em breve trará novas orientações aos trabalhadores.


