Prefeitura trata audiência de mediação com TJPR como tem tratado os servidores: Nem aparece. 

Mais uma vez a gestão Botogoski (PSD) demonstra o carinho e o cuidado que tem com as servidoras e servidores. Depois de se comprometer em participar, junto com os sindicatos e o fundo de previdência, da audiência com o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), acharam de bom tom simplesmente adiar a reunião pela segunda vez. 

O tema gira em torno das posturas autoritárias, truculentas e antidemocráticas que foram utilizadas contra a população e os sindicatos durante a última greve. 

Perdemos a primeira data por conta de uma ausência do representante da Prefeitura. Já na segunda vez, as autoridades responsáveis pela negociação estariam sem agenda, como aparece no print do requerimento. E assim conseguimos ver bem claramente quais são as prioridades aqui, nunca há tempo para os servidores. 

A audiência agora está marcada para dia 29/10. Será que vão aparecer dessa vez? 

A audiência aconteceu ontem, dia 22/10, com a presença de representantes do SIFAR, SISMMAR e FPMA. Apresentamos as irregularidades do processo de votação e ilegalidades do conteúdo da Proposta de Emenda à Lei Orgânica (PELO) n° 11/2026, aprovada pela Câmara de Vereadores em segunda votação no dia 13 de outubro. 

Cabe agora ao MP analisar as evidências que entregamos, demonstrando a intransigência da Câmara de Vereadores como negativa de falas, processo de debates truncados sem nunca realizar as alterações requisitadas e imagens das agressões. 

Defendemos que as duas votações da PELO na Câmara sejam anuladas! Denunciamos todo o atropelo do processo democrático e a falta de manutenção dos ritos básicos nas sessões. Nunca esqueceremos do dia em que o presidente da casa, Pastor Castilhos (PL), utilizou de força policial para agredir e coagir os servidores em protesto contra ataques diretos ao serviço público. 

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