Assembleia da segurança recusa proposta da Prefeitura e apresenta contraproposta
A segurança pública fez uma assembleia cheia nesta segunda-feira (28) e recusou a proposta da Prefeitura de realizar um número maior de plantões do que é devido pelos trabalhadores.
A reivindicação, que foi enviada para a Prefeitura nesta quarta-feira (29), é para que os plantões sejam em escalas fixas, em média de 12 a 13 por mês, além do fim do banco de horas imediato. Nenhuma dessas alterações sequer onera os cofres públicos.
Junto com os demais servidores, convocamos a segurança pública para um ato pela negociação da data-base e continuidade das negociações das demais pautas. A mobilização ocorrerá no dia 7 de maio. Em breve mais informações!
Relembre a pauta!
Com o banco de horas negativo, os trabalhadores da guarda e do trânsito são convocados sem antecedência, impedidos de se negarem a cumprir plantões extras.
Para eventos da cidade, por exemplo, como a festa do dia do trabalhador, a secretaria de segurança pública já considera que os trabalhadores terão banco de horas negativo e serão obrigados a cumprir plantões a mais, sem isso ser pedido com antecedência.
Tudo isso poderia ser resolvido com organização dos plantões como já é feito em muitos municípios, inclusive na região metropolitana de Curitiba, como em São José dos Pinhais. Entretanto, é justamente algo tão simples que a Prefeitura de Gustavo Botogoski (PSD) e do secretário de governo Robson Furman, se recusa a fazer.


